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sábado, 3 de julho de 2010

Tecido Conjuntivo

Originado do mesênquima, tecido embrionário, originado da mesoderme.
Responsável pelo estabelecimento e manutenção das formas do corpo .
Estruturalmente é dividido em três classes: células, fibras e substancia fundamental (complexo viscoso, hidrofílico, com macromoléculas e glicoproteínas, que se ligam a proteínas receptoras presentes na superfície de células.
Papéis biológicos: reserva para vários hormônios, a matriz serve como um meio através do qual nutrientes e catabólitos são trocados entre as células e seu suprimento sanguíneo .
A variação da quantidade do seus três componentes culmina na sua diversidade estrutural, funcional e patológica .

Células do tecido conjuntivo:

· Fibroblastos: (mais comuns)
Sintetizam proteínas, glicosaminoglicanos, proteoglicanos e glicoproteínas, que farão parte da matriz extracelular.
Estão envolvidas na produção de fatores de crescimento, controlando o crescimento e a diferenciação celular.
São divididos em dois tipos, conforme o metabolismo, se possuem grande capacidade de síntese, é denominado fibroblasto, já as células com baixo metabolismo são os fibrócitos.
Características morfológicas do fibroblasto: citoplasma abundante e rico em RER e com sistema golgiense bem desenvolvido, muitos prolongamentos.
Características morfológicas dos fibrócitos: tamanho menor, com poucos prolongamentos e núcleo menor.
Aplicação médica: A capacidade regenerativa dos tecidos conjuntivos é observada quando os tecidos são destruídos por lesões traumáticas, já que em espaços deixados pela lesão o preenchimento é executado por tecido conjuntivo . A principal célula envolvida na cicatrização é o fibroblasto, sabe-se também, que com estímulos adequados os fibrócitos revertem para o estado de fibroblasto, reativando seu processo de síntese. Na reparação de tecidos surgem células conhecidas como miofibroblastos, que exibem características dos fibroblastos e de células musculares lisas, assim, com a sua capacidade contrátil, eles atuam no fechamento das feridas.

· Macrófagos e o sistema fagocitário mononuclear:
Macrófagos são células capazes de realizar fagocitose.
Características morfológicas: apresentam núcleo oval ou em forma de rim, apresenta um complexo de Golgi bem desenvolvido, muitos lisossomos e um RER.
Surgem de células da medula óssea, denominadas monócitos, esses circulam no sangue, e penetram no tecido conjuntivo, onde amadurecem e adquirem as características morfológicas dos macrófagos, esse processo de transformação culmina num aumento da célula e em um aumento na síntese de proteínas.
Os macrófagos constituem o Sistema Fagocitário Mononuclear
Aplicação médica: quando estimulados os macrófagos, se tornam macrófagos ativados, aumentam de tamanho e se associam em grupos, denominados epitelióides, ou ainda, várias células podem se fundir, formando células gigantes de corpo estranho . Os macrófagos atuam como elementos de defesa, como células secretoras de substancias que participam nas funções de defesa e reparo dos tecidos, participam do processo de digestão parcial e da apresentação de antígenos, da defesa imunológica (resistência mediada por células), na produção extra-hepática da bile, do metabolismo de gordura e ferro, na destruição de eritrócitos envelhecidos e na remoção de restos celulares.

· Mastócitos:
Características morfológicas: célula globosa, com citoplasma repleto de grânulos, núcleo pequeno e esférico, apresenta grânulos secretores e contem mediadores químicos como a histamina e glicosaminoglicanas.
Funções: colaboram com reações imunes, possuindo papel fundamental em inflamações, reações alérgicas e expulsão de parasitas.

Existem dois tipos de mastócitos:

1. Mastócito do tecido conjuntivo: encontrado na pele e na cavidade peritoneu, possuem grânulos com substância anticoagulante e heparina .

2. Mastócito da mucosa: presente na mucosa intestinal e pulmões, grânulos com condroitim sulfatado no lugar da heparina .

Origem: células hematopoiéticas da medula óssea, os mastócitos imaturos circulam pelo sangue, onde penetram nos tecidos através de capilares sanguíneos para daí sim se diferenciar.
Aplicação médica: os mastócitos apresentam mediadores químicos que são liberados em reações alérgicas, a esse processo se denomina reações de hipersensitividade imediata, já que ocorrem dentro de pouco tempo após a entrada do antígeno, isso ocorre em indivíduos previamente sensibilizados pelo mesmo antígenos. Essa reação de hipersensitividade pode gerar o choque anafilático .

· Plasmócitos:
Características morfológicas: citoplasma rico em RER, complexo de golgi (onde ocorre a glicosilação dos anticorpos -glicoproteínas-) e centríolos localizados próximos ao núcleo, que por sua vez é esférico e central.
São pouco números no tecido conjuntivo normal, exceto em locais sujeito a penetração de bactérias e proteínas estranhas, estão em grande quantidade nas inflamações crônicas.

· Células adiposas: especializadas no armazenamento de energia na forma de triglicérides.

· Leucócitos ou glóbulos brancos:
Surgem do sangue por migração (diapedese), através dos capilares sanguíneos. A diapedese aumenta conforme a invasão de microorganismos, já que os leucócitos são células especializadas na defesa contra microorganismos.
A inflamação é uma reação celular e vascular contra substancias estranhas, os sinais clássicos de uma reação inflamatória são: vermelhidão, inchaço, calor e dor. A inflamação se inicia através da liberação local de mediadores químicos da inflamação, que induzem a eventos característicos da inflamação, como por exemplo: aumento do fluxo sanguíneo e permeabilidade vascular, quimiotaxia e fagocitose.

Fibras:
Formadas por proteínas, que ao se polimeralizar, formam estruturas muito alongadas, essencial para determinar as propriedades do tecido conjuntivo .
Os três tipos principais de fibras do tecido conjuntivo, são: colágenas, reticulares e elásticas.

Existem dois sistemas de fibras:

1. Sistema colágeno: constituído por fibras colágenas e reticulares.

2. Sistema elástico: constituído pelas fibras elásticas, elaunínicas e oxitalânicas.

· O colágeno é um conjunto de proteínas, que pode ser dividido em vários tipos de acordo com a sua rigidez, suas proteínas são produzidas por diferentes tipos de células e se distinguem pela sua composição química, características morfológicas, distribuição, funções e patologias. A estrutura e função dos colágenos está classificada em:

3. Colágenos que formam fibrilas longas: as moléculas de colágeno com essa capacidade são as do tipo: I, II, III, V, IX, que se unem para formar as fibrilas. O colágeno do tipo I é o mais abundante, ele ocorre como estruturas denominadas fibrilas de colágenos, que formam ossos, dentina, tendões, etc.

4. Colágenos associados a fibrilas: são estruturas curtas que ligam as fibrilas de colágeno umas às outras e a outros componentes da matriz extracelular, características dos colágenos tipo IX e XVII.

5. Colágeno que forma rede: é um dos principais componentes estruturais das laminas basais, com papel de aderência e filtração .

6. Colágeno de ancoragem: é o do tipo VII, presente nas fibrilas que ancoram as fibras de colágeno à lamina basal.

· Síntese de colágeno:
As fibrilas do colágeno são formadas pela polimerização de unidades moleculares alongadas denominadas tropocolágeno, que consiste em três cadeias polipeptídicas arranjadas em tripla hélice, os vários tipos de colágeno resultam de diferenças na estrutura e diferenças na estrutura química dessas cadeias polipeptídicas. Nos colágenos tipos I, II, III as moléculas de tropocolágenos se agregam em subunidades (microfibrilas) que se unem para formas as fibrilas. A união dessas moléculas é realizada por pontes de hidrogênio e interações hidrofóbicas, além de ligações covalentes.
As fibrilas de colágeno são estruturas finas e alongadas, possuem estriações transversais determinada pela sobreposição de moléculas de tropocolágeno, as faixas escuras resulta da presença de aminoácidos ricos em radicais químicos livres.
Nos colágenos tipos I e III essas fibrilas se unem para formar fibras, enquanto que no colágeno tipo II não há a formação de fibras. No colágeno tipo IV não se formam nem as fibrilas, as moléculas de tropocolágeno se associam de uma forma peculiar, numa trama que lembra uma “tela de galinheiro”.

· Biossíntese do colágeno tipo I:

Etapas:

1. De acordo com a codificação do RNAm, polirribossomos ligados a membrana do RER sintetizam cadeias polipeptídicas (préprocolágeno), após a liberação dessa cadeia no RER, o peptídeo sinal é quebrado, formando o procolágeno .

2. A medida que estas cadeias (alfa) se formam, ocorre a hidroxilação de prolinas e lisinas, esse processo se inicia logo que o preprocolágeno atinge determinado tamanho, enzimas envolvidas nesse processo: prolina hidroxilas e a lisina hidroxilas.

3. Após o processo da hidroxilação ocorre a glicosilação, diferentes tipos de colágeno possuem diferentes tipos de glicosilação

4. Cada cadeia alfa é sintetizada com dois peptídeos de registro em cada uma das suas extremidades, uma das funções desses peptídeos de registro é alinhar as cadeias peptídicas para formar a tripla hélice na formação da molécula de procolágeno, que é excitado para a matriz extracelular.

5. No meio extracelular os peptídeos de registro são removidos, sem os peptídeos a molécula passa a se chamar de tropocolágeno, capaz de se polimerizar para formar as fibrilas de colágeno

6. Nos colágenos tipo I e III, as fibrilas se agregam espontaneamente para formar fibras.
Aplicação médica: há um grande número de condições patológicas associadas a uma síntese ineficiente ou anormal do colágeno, como a Osteogenesis imperfecta (mutação nos genes da cadeia alfa, causando uma fibrila de colágeno defeituosa). Doenças que resultam do acúmulo exagerado de colágeno (fibrose), causa grave transtorno funcional dos órgãos afetados, outro tipo de fibrose causa o espessamento localizado na pele, devido a um acúmulo excessivo de colágeno que se forma nas cicatrizes(quelóides), que quase sempre reaparecem após serem removidos. Deficiência em vitamina C leva ao escorbuto, degeneração do tecido conjuntivo e há produção de colágeno defeituoso (pelos fibroblastos).
A renovação do colágeno é muito lenta, para tal é necessário haver primeiro sua total degradação .

· Fibras de colágeno tipo I:
São as mais numerosas no tecido conjuntivo, possuem cor branca (por isso que os tendões são brancos).
Composição: moléculas alongadas dispostas paralelamente.
Características morfológicas: estruturas longas e com percursos sinuosos, em alguns pontos essas fibras se organizam paralelamente formando feixes de colágeno .

· Fibras reticulares:
Compostas por colágeno tipo III, extremamente finas e com afinidade por sais de prata .

· O sistema elástico:
Composto por três tipos de fibras: oxitalânica, elaunínica e elástica . O desenvolvimento do sistema se dá por três estágios:

1. Fibras oxitalânicas (sem elasticidade) consistem em feixes de microfibrilas compostas por glicoproteínas, entre as quais a fibrilina, que formam a base necessária para a deposição de elastina (produzida nos fibroblastos e em células do músculo liso dos vasos sanguíneos).

2. Ocorre a deposição irregular da proteína elastina entre as miofibrilas, formando as fibras elaunínicas.

3. A elastina continua a se acumular e a ocupar todo o centro do feixe, daí está formado as fibras elásticas. Em fibras elásticas maduras a grande concentração de elastinas.
Aplicação médica: Sindrome de Marfan: falta de resistência dos tecidos ricos em fibras elásticas.

Substancia fundamental:
Mistura complexa altamente hidratada de moléculas aniônicas (glicosaminoglicanas e proteoglicanas) e glicoproteínas multiadesivas.
Preenche o espaço entre as células e fibras de tecido conjuntivo, atua como lubrificante e como barreira contra a penetração de microorganismos invasores.
Glicosaminoglicanas são polímeros lineares formados por unidades repetidas de dissacarídeos, tais cadeias são ligadas a um eixo protéico e formam a molécula de proteoglicana, essas moléculas possuem a capacidade de formar pontes eletrostáticas (iônicas), atraindo uma espessa camada de água de solvatação que envolve a molécula, assim eles possuem a capacidade de serem altamente viscosos e preenchem um volume muito maior, podem se localizar em grânulos citoplasmáticos de células, além de atuarem como componente estruturais da matriz extracelular e de ancorar células a matriz, tanto as proteoglicanas de superfície como aqueles da matriz extracelular se ligam a fatores de crescimento .
Glicoproteínas multiadesivas: proteínas ligadas a cadeias de glicídios, porém é o componente protéico que predomina nestas moléculas, ajudam as células a se aderirem aos seus substratos, além de desempenhar um importante papel na interação entre células.

Fluido tissular: semelhante ao plasma sanguíneo . Formado pelo sangue, que traz até o tecido conjuntivo nutrientes necessários e volta com excretas do metabolismo celular, isso é feito através do transporte de água, porém, a quantidade de água que volta para o sangue não é a mesma, assim parte volta através dos vasos linfáticos (com fundo seco), que drenam essa água para o vaso sanguíneo, há um delicado equilíbrio em relação a quantidade de água no meio intra e extracelular, sendo assim esse equilíbrio é rompido em situações patológicas, como as provenientes do edema, causas: obstrução de ramos venosos ou linfáticos, diminuição do fluxo sanguíneo, insuficiência cardíaca, obstrução de vasos linfáticos, parasitos, desnutrição protéica .

Tipos de tecido conjuntivo:

· Tecido conjuntivo propriamente dito:

1. Tecido conjuntivo frouxo:
suporta estruturas normalmente sujeitas a pressão e atritos pequenos, muito comum, preenche espaços entre grupos de células musculares, suporta células epiteliais e forma camadas em torno dos vasos sanguineos. Contém todos os elementos estruturais do tecido conjuntivo, sem nenhuma predominância, possui consistência delicada e flexível.

2. Tecido conjuntivo denso:
adaptado para oferecer resistência e proteção aos tecidos, com menos células que o frouxo e predomínio de fibras colágenas, menos flexível e mais resistente a tração, dois tipos:

Não modelado: feixes sem uma orientação definida, encontrado na derme profunda da pele.

Modelado: feixes de colágeno paralelos uns aos outros e alinhados com fibroblastos, as fibras de
colágenos formadas respondem a tração exercida por um só sentido, ex.: tendões. Os feixes de colágeno dos tendões (feixe primário) se agregam em feixes maiores (feixes secundários), entre ele há a presença de um líquido que atua como lubrificante, facilitando o deslizamento do tendão .
· Tecido elástico: Feixes espessos e paralelos de fibras elásticas, entres as fibras há fibras de colágeno e fibroblastos achatados, possui uma cor amarelada e grande elasticidade, presente nos ligamentos amarelos da coluna vertebral e no ligamento suspensor do pênis.

· Tecido reticular: muito delicado, forma uma rede tridimensional que suporta as células de alguns órgãos, constituído por fibras reticulares, ligadas a fibroblastos especiais, denominados células reticulares, essas células estão dispostas ao longo da matriz e cobrem parcialmente com seus prolongamentos as fibras reticulares, o resultado dessa organização é a formação de uma estrutura trabecular, há também células do sistema fagocitário dispersas entre as trabéculas.

· O tecido mucoso é de consistência gelatinosa, as principais células são fibroblastos, principal componente do cordão umbilical.
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ESTUDO DIRIGIDO
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TECIDO CONJUNTIVO – CÈLULAS
1. Quais são os tipos celulares encontrados no tecido conjuntivo propriamente dito?
2. Quais desses tipos celulares surgiram com o tecido conjuntivo?
3. Quais tipos celulares migram para o tecido conjuntivo já formado? De onde eles vêm?
4. Fibroblastos e fibrócitos correspondem ao mesmo tipo celular?
5. Quais são as funções de fibroblastos e fibrócitos?
6. Compare a morfologia de fibroblastos e fibrócitos.
7. Essas diferenças morfológicas são atribuídas a qual fator?
8. Fibrócitos podem retornar à morfologia de fibroblastos? Em que situação isso ocorre?
9. Os macrófagos derivam de qual tipo celular? Onde se origina a célula precursora dos macrófagos?
10. Cite as características morfológicas dos macrófagos.
11. Os macrófagos dos tecidos podem proliferar?
12. Quais são as funções dos macrófagos?
13. O que são macrófagos ativados?
14. Qual a origem dos mastócitos?
15. Quais são as características morfológicas dos mastócitos?
16. Quais são as funções dos mastócitos?
17. Quais são os constituintes dos grânulos dos mastócitos?
18. Quais são as funções das seguintes substâncias liberadas pelos mastócitos: heparina, histamina e ECF-A?
19. Em que situação os mastócitos liberam o conteúdo dos seus grânulos de secreção?
20. O que há na superfície dos mastócitos? Qual a função desses elementos?
21. Onde os mastócitos são particularmente abundantes?
22. Os mastócitos são células de defesa do organismo, porém, podem ser causadores de reações de hipersensibilidade imediata, sendo o choque anafilático a reação mais grave. Qual a atuação dos mastócitos na ocorrência do choque anafilático?
23. Qual a origem dos plasmócitos?
24. Cite as características morfológicas dos plasmócitos.
25. Qual a função dos plasmócitos?
26. Quais são os tipos de leucócitos que podem ser encontrados no tecido conjuntivo?
27. Os leucócitos chegam ao tecido conjuntivo através de qual mecanismo?
28. Os leucócitos retornam ao sangue após terem residido no tecido conjuntivo?
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TECIDO CONJUNTIVO – MATRIZ EXTRACELULAR (MEC)

OBS: Ler os textos em azul (“aplicação médica”). Esses textos trazem patologias relacionadas às proteínas que formam as fibras da matriz extracelular do tecido conjuntivo.

1. Quais são os tipos de tecido conjuntivo encontrados no organismo?
2. Quais são os três componentes do tecido conjuntivo?
3. Quais desses componentes constituem a matriz extracelular?
4. Quais são as funções da matriz extracelular do tecido conjuntivo?
5. Qual a origem dos tecidos conjuntivos?
6. Quais são os três tipos principais de fibras do tecido conjuntivo propriamente dito?
7. Qual é a proteína que constitui as fibras colágenas e reticulares?
8. Todo colágeno encontrado no organismo é igual?
9. Os colágenos podem ser divididos em grupos. Quais são eles? Cite exemplos de localização.
10. Diferencie fibrila colágena de fibra colágena.
11. Quais são os tipos de colágeno capazer de formar fibra? Onde são encontrados?
12. Qual é o tipo de colágeno que forma apenas fibrila? Onde é encontrado?
13. Que tipo de colágeno não forma fibrila nem fibra? Onde é encontrado?
14. Na biossíntese do colágeno, qual fator aumenta a possibilidade da ocorrência de defeitos?
15. Em geral, a renovação do colágeno é lenta ou rápida? Exemplifique.
16. Qual é o tipo específico de enzima que promove a degradação dos colágenos?
17. Qual é o tipo de fibra mais abundante no organismo? Essas fibras são formadas por qual proteína, especificamente?
18. A que se deve a cor branca dos tendões?
19. O que é um feixe de colágeno?
20. Quais são as características das fibras colágenas?
21. Qual é a propriedade tintorial das fibras colágenas (acidófilas ou basófilas)?
22. As fibras colágenas quando são coradas por HE (hematoxilina-eosina) apresentam afinidade por qual desses corantes? Que cor apresentam após a coloração?
23. Especifique qual proteína constitui as fibras reticulares.
24. As fibras reticulares são mais grossas ou mais finas que as fibras colágenas?
25. Por que essas fibras foram denominadas “reticulares”?
26. As fibras reticulares são evidenciadas quando coradas por HE? Como podemos observá-las?
27. Em que locais do organismo as fibras reticulares são particularmente abundantes?
28. Quais são os elementos que constituem o sistema elástico de fibras?
29. Durante seu processo de formação, qual a relação entre as fibras oxitalânicas, elaunínicas e elásticas?
30. Qual é a principal proteína constituinte das fibras elásticas?
31. Quais são as características das fibras oxitalânicas? Onde são encontradas?
32. Quais são as características das fibras elásticas? Onde são encontradas?
33. Quais são os principais tipos celulares produtores de elastina no organismo?
34. Onde é possível encontrar a proteína elastina no organismo, sem que esteja formando fibras?
35. Quais são os elementos constituintes da substância fundamental amorfa (SFA) do tecido conjuntivo?
36. Onde se distribui a SFA em um tecido?
37. Quais são as propriedades da SFA?
38. Quais são as funções da SFA?
39. Proteoglicanas são moléculas que se assemelham a escova de lavar mamadeira: o centro corresponde ao eixo protéico e as cerdas correspondem às glicosaminoglicanas (GAGs). As GAGs atuam como poliânions. Qual a importância desse fato?
40. O que é água de solvatação?
41. Quais são as funções das proteoglicanas da SFA?
42. Quais são as funções das glicoproteínas da SFA?
43. Dê 2 exemplos de glicoproteínas.
44. Qual é a importância da integrina (uma proteína integral da membrana celular)?
45. Após analisar a figura 5.39 (10a. edição – Histologia – Junqueira e Carneiro) sobre o movimento dos fluidos através do tecido conjuntivo e ler a descrição do processo no texto, responda:
a.) Qual é a importância dos vasos linfáticos nesse processo?
b.) O que é edema?
46. Cite as possíveis causas de um edema.

2 comentários:

  1. Vamos copiar as informacoes do livro Junqueira, mas se for assim, vamos copiar tudo para o assunto nao ficar incompleto e nao ter erros.
    Apenas uma dica!
    Abracos!

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